Quanto a Bolívia vendeu ao exterior em gás natural (e, residualmente, derivados de petróleo) a cada ano — do pico de 2013 a uma fração dele em 2025.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O valor em dólares de tudo que a Bolívia exportou em hidrocarbonetos — gás natural e uma fatia residual de derivados de petróleo — a cada ano, do Instituto Nacional de Estadística (INE).
Do pico de 2013 a um quarto disso em 2025. A série soma US$ 812 milhões em 2004 e sobe com o preço internacional do gás e os contratos de exportação até um teto em 2013: US$ 6.616 milhões, 54% de tudo que a Bolívia exportou naquele ano (ver participação) — o total geral de exportações (todas as atividades) teve seu maior valor no ano seguinte, 2014, mas a fatia do gás nesse total já vinha caindo. Dali em diante a queda é praticamente contínua: US$ 2.138 milhões em 2016, US$ 1.616 milhões em 2024 e US$ 1.077 milhões em 2025 — menos de um sexto do pico de 2013, num ano em que as exportações totais da Bolívia na verdade subiram (ver exportações não hidrocarboníferas).
É gás, não petróleo. A "Extracción de Hidrocarburos" do INE é hoje quase inteiramente gás natural: nos boletins de 2023-2025, a sublinha "Combustibles (Petróleo)" (derivados) somou US$ 11,4 milhões em 2023, US$ 1,4 milhão em 2024 e praticamente zero em 2025 — menos de 1% do total de hidrocarbonetos em qualquer um dos três anos. O nome "petróleo" no catálogo é o rótulo do conceito (mesma família de indicadores que outros países têm); o produto de verdade é gás.
Brasil e Argentina são os compradores. Uma nota metodológica dos boletins de comércio exterior do INE explica que a série "inclui reposição de volumes de energia pagos por Argentina e Brasil" em cumprimento a "acordos comerciais de venda de gás natural" — os dois países vizinhos são, pela própria fonte, quem compra o gás boliviano. Nenhuma fonte usada aqui abre volume ou valor por país de destino.
Duas precisões numa série só. De 2004 a 2022, o INE só publica a composição por atividade em percentual (não em dólares) — o valor em dólares aqui é o total exportado do ano vezes esse percentual. De 2023 a 2025, os boletins mensais de comércio exterior abrem a composição já em dólares, e é esse valor direto que a ingestão usa (mais preciso: não depende de arredondamento de percentual). As duas pontas foram conferidas onde se sobrepõem: o percentual recalculado a partir dos dólares de 2023-2024 reproduz o percentual publicado no relatório de competitividade dentro de 1 ponto percentual.
| Período | Exportações de hidrocarbonetos | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | US$ 1,1 bi | −33,4% |
| 2024preliminar | US$ 1,6 bi | −21,6% |
| 2023preliminar | US$ 2,1 bi | −31,1% |
| 2022 | US$ 3,0 bi | +34,0% |
| 2021 | US$ 2,2 bi | +10,4% |
| 2020 | US$ 2,0 bi | −25,9% |
| 2019 | US$ 2,7 bi | −10,9% |
| 2018 | US$ 3,1 bi | +16,5% |
| 2017 | US$ 2,6 bi | +23,1% |
| 2016 | US$ 2,1 bi | −45,6% |
| 2015 | US$ 3,9 bi | −40,2% |
| 2014 | US$ 6,6 bi | −0,6% |
| 2013 | US$ 6,6 bi | +12,0% |
| 2012 | US$ 5,9 bi | +43,5% |
| 2011 | US$ 4,1 bi | +37,4% |
| 2010 | US$ 3,0 bi | +42,2% |
| 2009 | US$ 2,1 bi | −39,3% |
| 2008 | US$ 3,5 bi | +56,3% |
| 2007 | US$ 2,2 bi | +10,7% |
| 2006 | US$ 2,0 bi | +42,6% |
| 2005 | US$ 1,4 bi | +73,0% |
| 2004 | US$ 812 mi | — |