O que a Bolívia vende ao exterior fora o gás — soja, minerais (zinco, prata, estanho), castanha, ouro — a cada ano, do INE.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O valor em dólares de tudo que a Bolívia exportou fora hidrocarbonetos (gás natural e derivados) a cada ano: agropecuária (soja, castanha, quinoa), extração de minerais (zinco, prata, estanho, ouro) e indústria manufatureira (produtos derivados de soja, joalheria de ouro, entre outros), do Instituto Nacional de Estadística (INE).
Cresceu enquanto o gás caiu. Em 2013, ano de pico do gás, a exportação não hidrocarbonífera era US$ 5.636 milhões — menor que a hidrocarbonífera daquele ano. A partir daí a relação se inverteu: US$ 7.307 milhões em 2024 e US$ 8.584 milhões em 2025, mais de oito vezes a exportação de hidrocarbonetos do mesmo ano — não porque a economia boliviana tenha se diversificado num sentido amplo, mas porque minerais e agropecuária mantiveram valor enquanto o gás foi encolhendo.
Não soma com reexportação. Este número, como o total de hidrocarbonetos, é "exportação de origem nacional" — exclui reexportação e efeitos pessoais, uma fatia pequena mas variável do total bruto que o INE também publica (usada só como conferência externa desta família, não como indicador).
Duas precisões numa série só. De 2004 a 2022, o INE só publica a composição por atividade em percentual (não em dólares) — o valor em dólares aqui é o total exportado do ano vezes esse percentual. De 2023 a 2025, os boletins mensais de comércio exterior abrem a composição já em dólares, e é esse valor direto que a ingestão usa (mais preciso: não depende de arredondamento de percentual). As duas pontas foram conferidas onde se sobrepõem: o percentual recalculado a partir dos dólares de 2023-2024 reproduz o percentual publicado no relatório de competitividade dentro de 1 ponto percentual.
| Período | Exportações não hidrocarboníferas | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | US$ 8,6 bi | +17,5% |
| 2024preliminar | US$ 7,3 bi | −16,4% |
| 2023preliminar | US$ 8,7 bi | −17,6% |
| 2022 | US$ 10,6 bi | +18,8% |
| 2021 | US$ 8,9 bi | +80,4% |
| 2020 | US$ 5,0 bi | −18,5% |
| 2019 | US$ 6,1 bi | +2,1% |
| 2018 | US$ 6,0 bi | +6,4% |
| 2017 | US$ 5,6 bi | +12,1% |
| 2016 | US$ 5,0 bi | +3,8% |
| 2015 | US$ 4,8 bi | −24,0% |
| 2014 | US$ 6,3 bi | +12,2% |
| 2013 | US$ 5,6 bi | −4,6% |
| 2012 | US$ 5,9 bi | +17,4% |
| 2011 | US$ 5,0 bi | +26,7% |
| 2010 | US$ 4,0 bi | +20,6% |
| 2009 | US$ 3,3 bi | −5,0% |
| 2008 | US$ 3,5 bi | +33,1% |
| 2007 | US$ 2,6 bi | +24,9% |
| 2006 | US$ 2,1 bi | +42,6% |
| 2005 | US$ 1,5 bi | +5,7% |
| 2004 | US$ 1,4 bi | — |