Quanto do que a Bolívia exporta é gás e derivados — de mais da metade em 2012-2014 a pouco mais de um décimo em 2025.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Exportações de hidrocarbonetos ÷ exportações totais de bens, a cada ano — razão calculada nesta ingestão a partir das duas séries de origem do Instituto Nacional de Estadística (INE), não publicada pronta pela fonte.
De mais da metade a pouco mais de um décimo. A participação passou de 37% em 2004 a um platô acima de 50% entre 2012 e 2014 (pico de 54% em 2013), sustentado pelos contratos de exportação de gás para Brasil e Argentina em vigor naquele período. Depois caiu de forma quase contínua: 30% em 2016, 22% em 2022, 18,1% em 2024 e 11,1% em 2025 — o menor nível de toda a série, e uma queda que em 2025 veio tanto do gás encolhendo em valor absoluto (US$ 1.616 milhões em 2024 para US$ 1.077 milhões) quanto do total exportado pela Bolívia crescendo (US$ 8.923 milhões para US$ 9.661 milhões) puxado por minerais e agropecuária.
Contra o Banco Mundial. O indicador equivalente do Banco Mundial (TX.VAL.FUEL.ZS.UN, classificação CUCI/SITC de combustíveis — não é exatamente a mesma classificação por atividade econômica que o INE usa) fica em geral a menos de 1,5 ponto percentual da série aqui calculada, ano a ano de 2004 a 2024; a ingestão trava se esse desvio passar de 5 pontos.
É gás, não petróleo. A "Extracción de Hidrocarburos" do INE é hoje quase inteiramente gás natural: nos boletins de 2023-2025, a sublinha "Combustibles (Petróleo)" (derivados) somou US$ 11,4 milhões em 2023, US$ 1,4 milhão em 2024 e praticamente zero em 2025 — menos de 1% do total de hidrocarbonetos em qualquer um dos três anos. O nome "petróleo" no catálogo é o rótulo do conceito (mesma família de indicadores que outros países têm); o produto de verdade é gás.
| Período | Participação dos hidrocarbonetos | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 11,1% | −7,0 p.p. |
| 2024preliminar | 18,1% | −1,0 p.p. |
| 2023preliminar | 19,1% | −2,9 p.p. |
| 2022 | 22,0% | +2,0 p.p. |
| 2021 | 20,0% | −9,0 p.p. |
| 2020 | 29,0% | −2,0 p.p. |
| 2019 | 31,0% | −3,0 p.p. |
| 2018 | 34,0% | +2,0 p.p. |
| 2017 | 32,0% | +2,0 p.p. |
| 2016 | 30,0% | −15,0 p.p. |
| 2015 | 45,0% | −6,0 p.p. |
| 2014 | 51,0% | −3,0 p.p. |
| 2013 | 54,0% | +4,0 p.p. |
| 2012 | 50,0% | +5,0 p.p. |
| 2011 | 45,0% | +2,0 p.p. |
| 2010 | 43,0% | +4,0 p.p. |
| 2009 | 39,0% | −11,0 p.p. |
| 2008 | 50,0% | +4,0 p.p. |
| 2007 | 46,0% | −3,0 p.p. |
| 2006 | 49,0% | 0,0 p.p. |
| 2005 | 49,0% | +12,0 p.p. |
| 2004 | 37,0% | — |