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Startup Warhound levanta US$ 200 milhões para criar cães militares

A Warhound, concebida por Ben Lamm e Palmer Luckey, saiu do modo stealth com US$ 200 milhões para reconstruir o fornecimento americano de cães de trabalho, hoje dependente da Europa.

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Foto: InfoMoney
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24/10 às 04:45, atualizado 11:45

Pontos principais

  • O CEO David Spirk é veterano do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, ex-Senior Counselor da Palantir e primeiro Chief Data Officer do Departamento de Guerra.
  • Segundo a empresa, mais de 80% dos cães de trabalho militares dos EUA são adquiridos na Europa.
  • Menos da metade dos cães comprados é considerada apta ao serviço, o que exige treinar cerca de 200 cães para formar 100, em um ciclo de aproximadamente três anos.
  • A Colossal Biosciences licencia genética, clonagem e biobanco; a Anduril fornece aumentos cibernéticos, software e consciência situacional de campo.
  • Os programas de treinamento serão certificados pela American Humane Society, que também apoiará a reunificação de cães militares aposentados com seus antigos tratadores.
  • Investidores citados: In-Q-Tel, Sequoia Capital, ARK Invest, Franklin Templeton, 8VC, Lux Capital e outros.

A Warhound anunciou em 22 de outubro uma rodada seed de US$ 200 milhões ao sair do modo stealth. Empresa de defesa com sede no Texas, nos Estados Unidos, ela foi concebida por Ben Lamm e Palmer Luckey para reconstruir o fornecimento doméstico de cães de trabalho usados pelas Forças Armadas americanas, por forças policiais e por equipes de resposta a emergências.

Segundo a empresa, o fornecimento atual depende de uma cadeia europeia em retração, e o ciclo de aquisição e treinamento leva cerca de três anos. O programa busca reduzir as perdas no treinamento e melhorar a saúde dos animais, e as tecnologias desenvolvidas nele serão disponibilizadas a todos os cães, não só aos militares. A empresa não divulgou valuation, cronograma de entregas nem clientes.

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