Startup Warhound capta US$ 200 milhões para criar cães militares
A Warhound levantou US$ 200 milhões para desenvolver cães geneticamente modificados e equipados com tecnologia militar para uso nos Estados Unidos.
Pontos principais
- A startup atingiu um valuation de US$ 1,2 bilhão após rodada de investimento.
- O projeto utiliza edição genética para aprimorar agilidade, olfato e longevidade dos animais.
- A Anduril fornecerá sensores e softwares para integrar os cães às operações de segurança.
- A iniciativa visa reduzir a dependência americana de cães de trabalho importados da Europa.
- A primeira ninhada está prevista para o próximo ano, com entrada em serviço em dois anos.
A startup Warhound, fundada por Ben Lamm e Palmer Luckey, anunciou uma captação de US$ 200 milhões, alcançando um valuation de US$ 1,2 bilhão. A empresa pretende utilizar tecnologias de edição genética da Colossal Biosciences para criar cães com capacidades físicas superiores, focando em agilidade, olfato e saúde para missões militares e policiais. O projeto conta com o apoio da American Humane Society para garantir a ética e a certificação do treinamento dos animais.
Para otimizar o desempenho em campo, a Warhound firmou parceria com a Anduril, que fornecerá hardware e software, incluindo coletes com sensores e óculos de consciência situacional. O objetivo central é diminuir a dependência dos Estados Unidos de cães importados da Europa, que hoje representam a maior parte do contingente militar. A expectativa é que a primeira ninhada nasça no próximo ano, com os animais entrando em serviço operacional dentro de dois anos.
