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Projétil atinge petroleiro perto do Estreito de Ormuz

Um projétil atingiu um petroleiro a 11 milhas náuticas de Bukha, em Omã, com a tripulação segura; no mesmo dia, o Irã disse ao chefe do Exército do Paquistão que não negocia até que os EUA cumpram suas sete condições.

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21/10 às 09:00

Pontos principais

  • A UKMTO registrou que um petroleiro foi atingido às 01h45 UTC de 21 de outubro por um projétil não identificado.
  • Autoridades locais informaram que o impacto provocou um incêndio, já extinto; o navio está fundeado e toda a tripulação está segura.
  • Não há impacto ambiental reportado até o momento. A UKMTO recomenda que embarcações transitem com cautela enquanto as autoridades investigam.
  • Na terça-feira, outro petroleiro foi atingido a 30 milhas náuticas a sudeste de Al Faw, no Iraque, sem danos relatados.
  • O chanceler Abbas Araghchi disse que o estreito segue fechado a menos que Washington aceite as condições de Teerã.
  • O Goldman Sachs disse que o frete médio global de petróleo bruto passou de US$20 por barril, ante US$3 um ano antes.
  • Pelo menos 23 incidentes com navios atacados em Ormuz ou nas proximidades foram registrados nas duas primeiras semanas de outubro.

A UKMTO classifica como ataque o incidente a 11 milhas náuticas a oeste de Bukha, em Omã, onde um petroleiro foi atingido por um projétil não identificado. As autoridades investigam o caso.

O chefe de segurança do Irã, Mohsen Rezaei, disse a Asim Munir, comandante do Exército do Paquistão, que "nem um pouquinho" de material nuclear enriquecido sairá do Irã. Araghchi disse que o Irã apresentou uma iniciativa de sete dias pela qual o Estreito de Ormuz seria totalmente reaberto no sexto dia. O comandante da Guarda Revolucionária (IRGC) Yadollah Javani alertou que o Irã pode atacar sete cabos submarinos de internet que passam pelo estreito se os EUA retomarem os ataques.

O Brent chegou a US$111,99 durante o pregão de 20 de outubro, a máxima em cinco meses, e fechou a US$108,79; o WTI fechou em queda de 1,8%, a US$101,79. Dos 23 incidentes registrados no início de outubro, pelo menos cinco atingiram a sala de máquinas, e o Irã passou a usar mais mísseis do que drones.

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