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eBay demite 9% de sua força de trabalho para simplificar operações

O CEO Jamie Iannone anunciou o corte de cerca de 1.100 funcionários para realocar recursos em áreas de alto crescimento e otimizar a estrutura da companhia.

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Foto: Times Brasil
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21/10 às 09:31, atualizado 16:02

Pontos principais

  • O eBay planeja reduzir seu quadro de funcionários em aproximadamente 9%, afetando cerca de 1.100 postos de trabalho.
  • A medida foi comunicada pelo CEO Jamie Iannone por meio de um memorando interno enviado aos colaboradores.
  • O objetivo estratégico da empresa é simplificar operações e concentrar investimentos em áreas de maior potencial de crescimento.
  • Esta é a segunda rodada de demissões da companhia no ano, após um corte de 6% realizado em fevereiro de 2026.
  • A empresa baseou o cálculo do corte em seu quadro de 12.300 funcionários registrado ao final de 2025.
  • O eBay tem priorizado investimentos em categorias como produtos de luxo, itens colecionáveis e mercadorias recondicionadas.
  • A companhia concluiu recentemente a compra da plataforma de revenda Depop por US$ 1,4 bilhão.

O eBay anunciou o corte de aproximadamente 9% de sua força de trabalho global, o que representa a eliminação de cerca de 1.100 vagas. Em um memorando interno enviado aos funcionários, o CEO Jamie Iannone justificou a decisão como uma medida necessária para simplificar as operações da empresa e realocar recursos para áreas de maior crescimento. Segundo Iannone, a estratégia atual da companhia está funcionando, mas exige escolhas criteriosas sobre onde focar os investimentos para capturar oportunidades futuras.

A decisão marca a segunda rodada de demissões do eBay no ano, sucedendo um corte de 6% realizado em fevereiro de 2026, que atingiu cerca de 800 colaboradores. A empresa, que contava com 12.300 funcionários ao final de 2025, busca agora alinhar suas equipes com prioridades estratégicas, incluindo o fortalecimento de categorias como produtos de luxo, itens colecionáveis e mercadorias recondicionadas. O movimento ocorre após a conclusão da compra da plataforma de revenda Depop por US$ 1,4 bilhão, reforçando o foco da companhia em setores de alta demanda no mercado de e-commerce.

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