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Startup de biotecnologia IMIO capta US$ 12 milhões

A IMIO, fabricante de biológicos agrícolas sediada em Chicago, nos Estados Unidos, captou US$ 12 milhões em rodada liderada pela Sofinnova Partners para ampliar laboratório, sede e biomanufatura na cidade.

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Foto: Tech Funding News
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20/10 às 13:02

Pontos principais

  • Além da Sofinnova Partners, líder da rodada, participam o fundo Cultivate Next, da Chipotle, Starshot Capital, Grow Together Salinas, Earth Foundry e Serra Ventures.
  • Segundo a IMIO, o Re-Gen, aplicado aos resíduos pós-colheita, combina fungos, bactérias e leveduras para acelerar a decomposição e liberar nutrientes no solo; há versões para hortifrúti e para grandes culturas.
  • A IMIO informa que testes universitários e em fazendas, em mais de 10 mil acres do Meio-Oeste entre 2024 e 2026, registraram aumento médio de 11,9 bushels por acre no milho em condições favoráveis, com resultados de 5,32 a 22,67 bushels.
  • A empresa cita créditos de nutrientes de até US$ 120 por acre em grandes culturas e economia de até US$ 120 por acre em preparo do solo para hortifrúti.
  • O produtor Kirk Stueve, de Minnesota e Wisconsin, relata que um campo de 140 acres tratado superou em 30 bushels por acre seu recorde histórico e reduziu em US$ 45 a 50 por acre o gasto com nitrogênio.

A IMIO, fabricante de biológicos agrícolas sediada em Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, captou US$ 12 milhões em rodada liderada pela Sofinnova Partners. Os recursos apoiam o desenvolvimento de um novo laboratório, operações de biomanufatura e sede em Chicago, cidade para onde a empresa se mudou recentemente, vinda de Vermont. Fundada em 2019 por Charles Smith, a companhia diz ter sido criada para enfrentar o maior obstáculo do setor: segundo pesquisa da CropLife de 2026 com varejistas e consultores agrícolas, 39% apontam a falta de confiança como principal motivo para a baixa aceitação dos biológicos.

A IMIO diz que cultiva e testa cada cepa separadamente, combina-as em proporções precisas e as liofiliza para preservar a viabilidade até a aplicação. Segundo Guillaume Baxter, sócio da Sofinnova Partners, a empresa combina biotecnologia e biomanufatura escalável para restaurar a saúde do solo, reciclar nutrientes e melhorar a economia das fazendas.

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