Estudo da USP analisa impacto da telemedicina em Parintins
Pesquisa da USP avalia como a telemedicina reorganiza o atendimento público de saúde em Parintins, superando desafios geográficos e culturais.
Pontos principais
- Estudo de doutorado da USP investiga a eficácia da telemedicina no atendimento a populações ribeirinhas em Parintins.
- A rede de telessaúde local em Parintins conta com 22 pontos de atendimento distribuídos entre áreas rurais e urbanas.
- O SUS realizou mais de 10 mil procedimentos de telessaúde entre janeiro de 2025 e junho de 2026.
- O Novo PAC Saúde prevê a instalação de 7 mil novos pontos de telessaúde em Unidades Básicas de Saúde até o final de 2026.
Uma pesquisa de doutorado da Faculdade de Saúde Pública da USP investiga como a telemedicina está transformando o atendimento médico no arquipélago de Parintins, no Amazonas. O estudo destaca que a eficácia das teleconsultas depende fundamentalmente da mediação cultural entre os especialistas, localizados em centros como Manaus e São Paulo, e os pacientes ribeirinhos. Atualmente, a estrutura na região abrange 22 pontos de atendimento, conectando unidades rurais e urbanas para otimizar o acesso a especialistas.
O projeto integra uma estratégia nacional de expansão do SUS, que já conta com 29 Núcleos de Telessaúde em operação e outros 34 em fase de implementação. Dados oficiais indicam que mais de 10 mil procedimentos foram realizados entre janeiro de 2025 e junho de 2026. Para fortalecer essa rede, o Novo PAC Saúde estabeleceu a meta de instalar 7 mil novos pontos de telessaúde em Unidades Básicas de Saúde de todo o país até o final de 2026.
