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Witkoff e Kushner devem viajar à Noruega para nova rodada sobre a Ucrânia

Witkoff e Kushner acertaram viagem à Noruega para a próxima rodada de negociações sobre a guerra na Ucrânia, em meio a atrito entre Washington e Kiev, segundo a Reuters.

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Foto: Axios - Main
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20/10 às 00:15, atualizado 00:30

Pontos principais

  • Steve Witkoff e Jared Kushner acertaram viagem à Noruega nesta semana para a próxima rodada de negociações sobre a guerra na Ucrânia, segundo a Reuters.
  • Duas de três fontes ouvidas pela Reuters sob anonimato esperam que o presidente Volodymyr Zelensky participe; a agenda é tentativa e pode mudar.
  • Autoridades ucranianas acusam a Casa Branca de ter reduzido, por decisão executiva, a banda da rede Starshield, de uso militar e operada pela SpaceX; autoridades americanas negam as acusações.
  • Kiev também acusa Washington de restringir o compartilhamento de inteligência e de atrasar mísseis Patriot comprados por aliados da OTAN pelo programa PURL.
  • Zelensky disse, em vídeo no Telegram, que “alguma decisão política foi tomada para desacelerar o apoio a nós”.
  • Uma pessoa ouvida pela Reuters afirmou que o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ainda não autorizou a entrega do pacote de armas mais recente, financiado por aliados.
  • Na segunda-feira, Trump voltou a criticar Zelensky, acusando-o de obstruir uma solução diplomática.

Os enviados da Casa Branca Steve Witkoff e Jared Kushner, genro de Trump, acertaram viagem à Noruega nesta semana para a próxima rodada de negociações sobre a guerra na Ucrânia, segundo três pessoas ouvidas pela Reuters sob anonimato. Duas delas esperam a presença de Zelensky. A agenda ainda é tentativa e pode mudar, e a Casa Branca e o Pentágono não responderam aos pedidos de comentário.

A rodada ocorre em meio a atrito entre Washington e Kiev. Autoridades ucranianas acusam a Casa Branca de ter reduzido, por decisão executiva, a banda da rede Starshield, operada pela SpaceX sob contrato com o Departamento de Defesa, o que, segundo Kiev, prejudicou operações com drones e a interceptação de mísseis. Autoridades americanas negam as acusações.

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