Abstenção cai entre 16 e 18 anos, acima de 70 e analfabetos no 1º turno de 2026
Segundo o TSE, a abstenção no primeiro turno de 2026 no Brasil subiu na média, mas caiu entre eleitores de 16 a 18 anos, acima de 70 anos e analfabetos.
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17/10 às 04:45, atualizado 11:15
Pontos principais
- Na média nacional, a abstenção no 1º turno subiu de 20,93% em 2022 para 21,08% em 2026: 33,47 milhões de 158,7 milhões de aptos.
- Acima de 70 anos, a abstenção caiu de 58,9% para 49,2%, recuo de 9,7 pontos percentuais; o grupo passou de 14,9 milhões para 17,3 milhões de aptos.
- Entre 16 e 18 anos, a abstenção caiu: 11,03% aos 16 anos (16,22% em 2022), 13,66% aos 17 (17,66%) e 13,19% aos 18 (13,62%).
- Dos 19 aos 29 anos, a abstenção subiu: 19,72% aos 19 anos (18,81% em 2022), 25,78% entre 21 e 24 anos (23,50%) e 24,31% entre 25 e 29 (22,45%).
- Entre os analfabetos, a abstenção caiu de 52,08% para 47,86%; entre os que apenas leem e escrevem, de 31,41% para 29,46%.
- Subiu entre quem tem ensino médio completo (de 15,31% para 17,13%) e superior completo (de 12,40% para 14,39%).
O recuo entre os mais jovens não se estende ao eleitorado brasileiro como um todo: de 19 a 29 anos, a abstenção aumentou em todas as faixas. Na escolaridade, a queda ficou nos dois níveis mais baixos, enquanto o ensino médio completo e o superior tiveram alta.
Acima de 70 anos, a abstenção caiu, mas segue alta nas faixas mais velhas: entre 80 e 84 anos, mais de três em cada cinco eleitores aptos não votaram.
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