Manifestantes protestam em Nova Délhi contra revisão de listas eleitorais
A polícia de Nova Délhi, na Índia, proibiu a marcha do Cockroach Janta Party em Connaught Place, marcada para as 17h de sexta-feira (16) em protesto contra a revisão das listas eleitorais.
Pontos principais
- A polícia de Nova Délhi proibiu a marcha 'Lehra Do Tiranga', marcada para as 17h de 16 de outubro no Central Park, em Connaught Place.
- A proibição tem base no artigo 163 do BNSS; quem descumpri-la fica sujeito a ação com base no artigo 223 da Bharatiya Nyaya Sanhita (2023).
- Segundo a polícia, 1,5 milhão de comerciantes e funcionários dependem da área, e a estação Rajiv Chowk, com 200 mil passageiros por dia, corre risco de congestionamento e tumulto.
- A polícia cita a proximidade do Parlamento e de missões diplomáticas, além de ruas estreitas que limitam a passagem de bombeiros e ambulâncias.
- A polícia lembra que um ato anterior do CJP, uma marcha ao Parlamento, terminou em violência e danos a bens públicos e privados.
- Manifestantes exigem a saída de Gyanesh Kumar, chefe da Comissão Eleitoral da Índia.
- Críticos afirmam que a revisão das listas eleitorais é politicamente motivada e prejudica minorias.
Milhares de manifestantes reuniram-se em Connaught Place, no centro de Nova Délhi, para protestar contra a revisão das listas de eleitores conduzida pela Comissão Eleitoral da Índia. O grupo exige a renúncia de seu chefe, Gyanesh Kumar, e afirma que a exclusão de mais de 130 milhões de nomes do registro tem motivação política. O governo e a Comissão negam irregularidades no processo.
A marcha 'Lehra Do Tiranga', convocada pelo Cockroach Janta Party (CJP) para as 17h de sexta-feira (16) no Central Park, em Connaught Place, foi proibida por ordem da polícia de Nova Délhi. A notificação foi entregue a Abhijeet Dipke, fundador do grupo, em sua residência, e a polícia afirma que a proibição foi emitida em cumprimento de decisões da Alta Corte de Delhi. Quem descumpri-la fica sujeito a ação com base no artigo 223 da Bharatiya Nyaya Sanhita (2023).
A polícia alega que 1,5 milhão de comerciantes e funcionários dependem do funcionamento pacífico da área, e que a estação Rajiv Chowk, com 200 mil passageiros por dia, corre risco de congestionamento e tumulto. Cita ainda a proximidade do Parlamento e de missões diplomáticas, as ruas estreitas que limitam bombeiros e ambulâncias e um ato anterior do CJP, uma marcha ao Parlamento que terminou em violência.
Tópicos relacionados
Cobertura da mídia
Comentários
Carregando comentários...
