Inquérito revela falha em proteção de criança morta sem insulina
Caso de Elizabeth Struhs não foi priorizado por assistentes sociais devido à alta carga de trabalho e percepção socioeconômica da família.
Pontos principais
- Elizabeth Struhs, de oito anos, morreu em 2022 após ter a insulina negada pelos pais.
- O inquérito judicial em Queensland apontou que o caso não recebeu atenção intensiva.
- A alta carga de trabalho dos funcionários foi citada como fator para a falta de priorização.
- A aparência de classe alta da residência da família pode ter influenciado a avaliação de risco.
Um inquérito judicial realizado em Queensland, na Austrália, revelou que o caso de proteção infantil envolvendo Elizabeth Struhs não foi priorizado pelas autoridades competentes. A menina, de oito anos, faleceu em 2022 após seus pais, motivados por crenças religiosas, negarem a administração de insulina necessária para o tratamento de seu diabetes.
Durante as audiências, foi exposto que o funcionário responsável pelo caso não dedicou a atenção intensiva exigida pela situação devido a uma sobrecarga de trabalho. Além disso, o inquérito indicou que a aparência de classe alta da residência da família pode ter influenciado a percepção do assistente social, levando a equipe a priorizar outros casos considerados de risco mais imediato. As investigações continuam para determinar as falhas sistêmicas que permitiram que a negligência resultasse na morte da criança.
Cobertura da mídia
Comentários
Carregando comentários...
