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Inquérito investiga falha na proteção infantil no caso Elizabeth Struhs

Inquérito em Queensland apura por que autoridades devolveram Elizabeth Struhs aos pais em 2019, ignorando alertas médicos sobre sua saúde.

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Foto: The Guardian World
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13/10 às 06:01

Pontos principais

  • Elizabeth Struhs, de oito anos, morreu após seus pais, membros de uma seita, negarem tratamento médico.
  • Catorze pessoas foram condenadas pelo homicídio culposo da criança.
  • Em 2019, a menina foi devolvida à família após sofrer um coma por cetoacidose diabética.
  • Agentes de proteção infantil decidiram pela devolução alegando que o afastamento seria mais prejudicial.

Um inquérito judicial em Queensland, na Austrália, analisa a atuação de funcionários da proteção infantil no caso de Elizabeth Struhs. Em 2019, a menina, então com seis anos, foi devolvida aos pais após receber alta hospitalar por um coma decorrente de cetoacidose diabética. Depoimentos indicam que a equipe responsável ignorou preocupações médicas, argumentando que manter a criança longe de casa causaria danos maiores ao seu desenvolvimento.

A investigação ocorre após a condenação de catorze membros de uma seita religiosa pelo homicídio culposo da criança. Um policial testemunhou que a decisão da equipe de proteção era considerada inalterável na época, apesar dos riscos evidentes à saúde da menina. O caso levanta questionamentos sobre os protocolos de segurança e a responsabilidade das autoridades na proteção de menores em ambientes familiares de alto risco.

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