Deputado dos EUA pede inclusão de instituições chinesas em lista negra
Parlamentar republicano solicita ao Pentágono restrições a 120 entidades chinesas, citando riscos à segurança nacional e vínculos com a tecnologia.
Pontos principais
- O deputado John Moolenaar solicitou ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, a inclusão de 58 universidades e 62 laboratórios chineses em uma lista negra.
- A proposta visa restringir o acesso dessas instituições a tecnologias sensíveis, alegando ameaças à segurança nacional.
- Algumas das entidades listadas possuem parcerias comerciais com a fabricante de chips Nvidia.
- O governo da China criticou a medida, classificando a iniciativa como uma postura de excesso típica da Guerra Fria.
- Especialistas alertam que a restrição pode prejudicar a colaboração científica global e a inovação tecnológica nos Estados Unidos.
O deputado republicano John Moolenaar, presidente do Comitê Seleto sobre a China, enviou uma carta ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, solicitando a inclusão de 58 universidades e 62 laboratórios de tecnologia chineses em uma lista negra de segurança nacional. A medida visa limitar o acesso dessas instituições a tecnologias estratégicas, sob o argumento de que elas representam riscos à soberania americana. Entre os alvos da proposta, destacam-se centros de pesquisa que mantêm vínculos comerciais com a Nvidia.
Em resposta, o governo de Pequim condenou a iniciativa, descrevendo a ação como uma atitude de excesso típica da Guerra Fria. Enquanto o debate avança no Congresso, críticos da proposta alertam que o bloqueio pode interromper a colaboração científica internacional e prejudicar o ritmo de inovação nos Estados Unidos. A decisão final sobre a implementação da lista negra agora depende da análise do Pentágono diante das tensões geopolíticas entre as duas potências.
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