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Trump cancela transmissão ao vivo da execução de Nidal Hasan

O presidente Donald Trump decidiu que a execução por fuzilamento de Nidal Hasan, marcada para 3 de dezembro, não será transmitida via streaming.

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Foto: G1 Mundo
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15/10 às 11:32, atualizado 13:03

Pontos principais

  • A execução de Nidal Hasan, ex-major do Exército, está agendada para o dia 3 de dezembro.
  • Hasan foi condenado por matar 13 pessoas e ferir outras 32 em um ataque em Fort Hood em 2009.
  • O presidente Donald Trump anunciou o cancelamento da transmissão ao vivo através de sua rede social, Truth Social.
  • A decisão reverte uma sugestão anterior do secretário de Defesa, Pete Hegseth, que havia proposto a exibição do ato.
  • Trump justificou o recuo afirmando que muitas pessoas prefeririam não assistir à morte do condenado, apesar de considerar o efeito dissuasório.
  • Familiares diretos das vítimas terão a opção de assistir à execução pessoalmente, caso desejem.
  • Esta será a primeira execução realizada por uma corte marcial das Forças Armadas dos EUA desde 1961.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que a execução por fuzilamento de Nidal Hasan, ex-major do Exército condenado pelo massacre na base militar de Fort Hood em 2009, não será transmitida ao vivo. A decisão, comunicada pelo presidente em sua rede social Truth Social, reverte uma proposta inicial do secretário de Defesa, Pete Hegseth, que havia sugerido a exibição do ato como uma forma de dissuasão contra atos terroristas.

Embora tenha reconhecido que a transmissão poderia servir como um forte sinal sobre a postura dos Estados Unidos diante de criminosos, Trump afirmou que muitas pessoas prefeririam não assistir à morte de um indivíduo por meio de streaming ou qualquer outro recurso visual. O presidente reforçou que, apesar da mudança no formato de divulgação, a execução de Hasan permanece confirmada para o dia 3 de dezembro, conforme o cronograma estabelecido pelas autoridades militares.

O plano original de Hegseth enfrentou críticas bipartidárias e resistência de diversos setores, incluindo observadores internacionais e líderes religiosos. Em resposta às preocupações levantadas, o governo optou por manter a execução restrita ao ambiente prisional, permitindo, contudo, que familiares diretos das 13 vítimas fatais do ataque de 2009 possam acompanhar o procedimento presencialmente, caso manifestem interesse.

O caso de Nidal Hasan é um marco no sistema jurídico militar norte-americano, sendo a primeira execução determinada por uma corte marcial das Forças Armadas desde 1961. Em sua publicação, Trump também aproveitou para criticar a gestão do governo Obama, mencionando que o FBI havia interceptado comunicações entre o atirador e o clérigo Anwar al-Awlaki antes do atentado que deixou 32 feridos e resultou na condenação à morte do ex-major.

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