Mães solo celebram fim da escala 6x1 e buscam melhor qualidade de vida
Trabalhadoras relatam dificuldades da jornada 6x1 e celebram o possível fim do modelo para garantir mais tempo com os filhos.
Pontos principais
- Luciana de Almeida, operadora de caixa de 36 anos, é um dos rostos do movimento contra a escala 6x1.
- A rotina de trabalho inclui deslocamentos longos, como o trajeto de uma hora e meia entre Realengo e Campo Grande, no Rio de Janeiro.
- Mães solo apontam que a jornada atual impede o acompanhamento adequado do desenvolvimento dos filhos.
O debate sobre o fim da escala 6x1 ganha força entre trabalhadoras que buscam conciliar o emprego com a criação dos filhos. Para muitas mães solo, a jornada atual representa um obstáculo significativo, limitando o tempo disponível para a convivência familiar e aumentando o desgaste físico e emocional devido aos longos deslocamentos diários.
Luciana de Almeida, operadora de caixa de 36 anos, exemplifica a realidade de quem enfrenta essa rotina exaustiva. Moradora de Realengo, no Rio de Janeiro, ela relata que o modelo de trabalho atual a afasta do cotidiano de seus filhos. A expectativa pelo fim dessa escala é vista como uma oportunidade de recuperar a qualidade de vida e garantir uma presença mais ativa na rotina familiar.
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