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Família de jovem morto por tigre pede que parem de circular conteúdo ofensivo

A família de William Chapman, de 23 anos, morto em ataque de tigre em Doncaster, na Inglaterra, pede que as pessoas parem de publicar e compartilhar conteúdo ofensivo sobre o caso.

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Foto: G1 Mundo
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15/10 às 08:01, atualizado 14:02

Pontos principais

  • William Chapman, de 23 anos, morreu no sábado (10/10), no Yorkshire Wildlife Park, após entrar no recinto do tigre Altai.
  • A polícia informou que Chapman visitava o parque sozinho.
  • Na terça à noite, Trump publicou também uma montagem, sem legenda, com outros ataques de felinos a pessoas.
  • O Conselho Municipal de Doncaster, responsável pelo licenciamento do parque, abriu investigação de saúde e segurança junto com a polícia e serviços de saúde.
  • O parque segue fechado pelo quinto dia e diz que Altai, um tigre-de-amur, está bem e não será sacrificado.

A família de William Chapman diz que ele sofria de transtorno mental significativo havia anos e tomava medicação forte, prescrita. Em comunicado de terça-feira (13/10), descreveu-o como um jovem brilhante, caloroso e envolvente, e afirmou que caberá ao legista decidir que papel isso teve na morte.

O presidente Donald Trump publicou o vídeo do ataque no Truth Social na terça-feira (13/10), com a legenda "Don't ever mess with nature! President DJT." Na quarta-feira, de manhã, postou um vídeo gerado por inteligência artificial em que aparece brincando com um tigre. A família não nomeia o presidente e pede que as pessoas parem de publicar e compartilhar conteúdo ofensivo sobre o caso.

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