Especialista do Santander defende diversificação internacional de ativos
Cleiton Calixto, do Santander Asset Management, aponta que investir no exterior amplia o acesso a setores tecnológicos ausentes no mercado brasileiro.
Pontos principais
- O Brasil representa apenas 2% a 3% do PIB global, limitando o leque de oportunidades locais.
- Fundos de investimento facilitam o acesso ao mercado externo sem a necessidade de remessa direta de câmbio.
- A estratégia permite exposição a setores como tecnologia e inteligência artificial.
- Especialistas recomendam integrar fundos de previdência à gestão total do patrimônio.
A diversificação internacional de investimentos é essencial para que investidores brasileiros alcancem setores pouco representados na Bolsa local, como tecnologia e inteligência artificial. Segundo Cleiton Calixto, especialista do Santander Asset Management, a limitação do mercado doméstico ocorre porque o Brasil corresponde a uma parcela reduzida do PIB mundial, variando entre 2% e 3%. A utilização de fundos de investimento surge como uma alternativa eficiente para acessar ativos globais com gestão profissional, eliminando a necessidade de remessas diretas de câmbio.
Além da expansão geográfica, a recomendação é que o investidor trate seus fundos de previdência como parte integrante de uma estratégia de patrimônio consolidada, em vez de isolá-los. Essa visão integrada permite uma alocação mais equilibrada e resiliente, aproveitando o potencial de crescimento de mercados internacionais. Ao diversificar globalmente, o investidor consegue mitigar riscos específicos do cenário brasileiro e capturar valor em indústrias que impulsionam a economia mundial atualmente.
