Guelt defende diversificação de portfólio além do CDI com Selic alta
Sócia da Guelt Investimentos aponta que diversificar ativos é essencial para proteger o patrimônio e capturar oportunidades com a Selic em 14,25%.
Pontos principais
- Ana Paula Milanez, sócia da Guelt, alerta para os riscos de concentrar investimentos apenas no CDI.
- A estratégia recomendada inclui alocação em ativos atrelados à inflação, Bolsa brasileira e investimentos no exterior.
- A assessoria oferece estruturas de carteira personalizadas para perfis conservador, moderado e agressivo.
- O planejamento financeiro e a gestão de risco são destacados como pilares fundamentais frente à cultura inflacionária do Brasil.
Em um cenário de taxa Selic elevada, atualmente em 14,25% ao ano, a Guelt Investimentos reforça a necessidade de os investidores buscarem alternativas além do CDI. Segundo a sócia da casa, Ana Paula Milanez, embora a renda fixa apresente atratividade imediata, a diversificação de portfólio é indispensável para garantir a proteção do capital e o aproveitamento de oportunidades em diferentes classes de ativos. A estratégia proposta pela assessoria envolve a composição de carteiras que mesclam ativos atrelados à inflação, exposição ao mercado acionário local e investimentos internacionais, adaptando as alocações conforme o perfil de risco de cada cliente. O debate ocorre em um momento em que o mercado financeiro discute o impacto dos juros altos no Brasil e no exterior, com especialistas como Ricardo Ventrilho, da Mapfre Investimentos, projetando que uma eventual queda gradual dos juros poderá impulsionar a migração para fundos de maior risco no futuro.
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