Justiça de Goiás ordena que Activision reative conta de jogador
Decisão judicial obriga a Activision Blizzard a restaurar perfil banido de Call of Duty sem justificativa técnica detalhada.
Pontos principais
- A Justiça de Goiás determinou a reativação da conta de Luciano dos Reis Almeida, banido em junho de 2026.
- A empresa tem cinco dias para cumprir a ordem, sob pena de multa diária de R$ 200.
- O jogador solicita R$ 10 mil em danos morais e reparação por itens virtuais perdidos.
- A juíza aplicou a inversão do ônus da prova, dispensando a necessidade de perícia técnica adicional.
- Casos semelhantes envolvendo a Activision Blizzard já ocorreram anteriormente na Justiça de São Paulo.
A Justiça de Goiás determinou que a Activision Blizzard reative a conta de um jogador de Call of Duty, identificado como Luciano dos Reis Almeida, que havia sido banido permanentemente em junho de 2026. A decisão judicial estabelece um prazo de cinco dias para o cumprimento da medida, sob pena de multa diária de R$ 200. A magistrada responsável pelo caso dispensou a produção de provas periciais adicionais, fundamentando a decisão na distribuição do ônus da prova conforme o Código de Processo Civil.
Além da recuperação do acesso ao perfil, o jogador busca uma indenização de R$ 10 mil por danos morais, além da reparação financeira pelos prejuízos causados pela perda de itens virtuais adquiridos na plataforma. O episódio soma-se a outros precedentes judiciais, como uma decisão similar proferida em março de 2026 pela Justiça de São Paulo, que também obrigou a desenvolvedora a restaurar o acesso de um usuário banido sem justificativa técnica detalhada.
