Fundadores britânicos pedem ao governo limitar garden leave e aviso prévio longo
Fundadores e executivos de startups britânicas pedem ao governo do Reino Unido que limite garden leave, aviso prévio estendido e restrições pós-rescisão longas.
Pontos principais
- A carta, publicada em 29 de setembro de 2026, tem como signatários fundadores e executivos de startups e scale-ups britânicas.
- Pede ao governo britânico que proíba restrições pós-rescisão longas e restrinja aviso prévio estendido e garden leave.
- Diz que banir non-competes sem limitar essas outras cláusulas levaria a litígios sem fim e impediria a criação e o crescimento de negócios.
- Afirma que essas cláusulas reduzem salários e a concorrência, e prejudicam a inovação que move o crescimento econômico.
- Não traz números: não propõe prazo máximo para aviso prévio nem para garden leave.
A Free to Start and Scale, carta aberta de fundadores e executivos de startups britânicas, pede ao governo do Reino Unido que restrinja cláusulas de saída que, segundo os signatários, deixam muitos trabalhadores presos a restrições injustas. Os signatários dizem que o governo considera, com razão, banir non-competes, mas avisam que a proibição isolada levaria as empresas a recorrer a aviso prévio longo e garden leave.
Nando de Freitas, fundador de uma startup em modo stealth, está entre os signatários fundadores. A carta não nomeia empresas: fala em grandes empresas de tecnologia que usam cláusulas contratuais para dificultar a concorrência das startups.
Cobertura da mídia
Comentários
Carregando comentários...
