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Tesco eleva previsão de lucro anual após alta nas vendas

A Tesco elevou o piso da projeção de lucro operacional ajustado do ano, que agora fica entre £3,15 bilhões e £3,30 bilhões, após lucro do semestre 6,5% maior.

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Foto: The Guardian World
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08/10 às 04:31 · atualizado 06:45

Pontos principais

  • A Tesco registrou lucro operacional ajustado de £1.783 milhões no semestre, alta de 6,5% sobre £1.674 milhões um ano antes (6,3% em taxas constantes).
  • A projeção de lucro operacional ajustado do ano passou para entre £3,15 bilhões e £3,30 bilhões; a faixa de abril era de £3,0 bilhões a £3,3 bilhões.
  • As vendas, sem IVA e sem combustível, somaram £33.776 milhões, alta de 2,0% (1,6% em taxas constantes).
  • O fluxo de caixa livre de £1.570 milhões inclui cerca de £250 milhões de benefício líquido do ciclo da folha de pagamento, que se reverte no segundo semestre.
  • A projeção de fluxo de caixa livre do ano, de £1,5 bilhão a £2,0 bilhões, foi mantida.
  • A recompra de ações do exercício subiu de £750 milhões para £950 milhões; até 7 de outubro, já somava £550 milhões.
  • O investimento de capital do exercício foi elevado para cerca de £1,7 bilhão, ante cerca de £1,6 bilhão.

A Tesco elevou o piso da projeção de lucro operacional ajustado do ano e manteve o teto. Segundo a empresa, o resultado veio do melhor mix de vendas, do programa Save to Invest e de receitas como Tesco Media e Whoosh, que compensaram investimento em preço e inflação de custos.

Parte do fluxo de caixa livre é temporária: a empresa diz que, sem o benefício do ciclo da folha de pagamento, que se reverte no segundo semestre, o indicador ficaria em patamar semelhante ao do ano anterior. A Tesco afirma que o resultado a deixa bem posicionada para o segundo semestre, apesar da incerteza geopolítica.

No Reino Unido, a participação de mercado ficou em 27,8% segundo a Worldpanel, com queda de 24 pontos-base no ano; a Tesco atribui a queda a uma base de comparação excepcionalmente forte e diz que, em dois anos, a participação subiu 23 pontos-base. O CEO, Ken Murphy, afirma que a companhia atingiu a maior pontuação de satisfação de clientes de sua história.

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