Shell projeta margem de refino recorde de US$ 42 por barril
A Shell estima margens recordes no terceiro trimestre de 2026, impulsionadas pela restrição na oferta global de combustíveis e conflitos no Oriente Médio.
Pontos principais
- A margem de refino da Shell deve atingir o patamar histórico de US$ 42 por barril.
- O resultado representa um salto significativo frente aos US$ 24 por barril do trimestre anterior.
- A volatilidade geopolítica no Oriente Médio é apontada como o principal fator de pressão nos preços.
- A restrição na oferta global de combustíveis sustenta a alta nas margens da companhia.
A Shell projeta que suas margens de refino alcançarão o recorde histórico de US$ 42 por barril durante o terceiro trimestre de 2026. O desempenho representa uma elevação expressiva em comparação aos US$ 24 por barril registrados no trimestre imediatamente anterior, consolidando um cenário de alta rentabilidade para a operação de refino da companhia.
O resultado é atribuído diretamente à volatilidade gerada pelo conflito no Oriente Médio, que tem impactado a estabilidade do setor energético global. Além da instabilidade geopolítica, a restrição na oferta de combustíveis em escala mundial atua como um catalisador para o aumento das margens. A empresa monitora de perto como esses fatores externos continuarão a influenciar o abastecimento e os preços nos próximos meses.
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