Especialista defende alinhamento de bônus com metas de longo prazo
Misa Antonini sugere que remuneração variável considere resultados da empresa, da área e do funcionário para evitar foco exclusivo no curto prazo.
Pontos principais
- A remuneração deve ser estruturada em cinco pilares: salário fixo, incentivos de curto e longo prazo, benefícios e componentes intangíveis.
- Metas baseadas apenas em faturamento ou corte de custos podem prejudicar a qualidade e a sustentabilidade do negócio.
- O modelo proposto utiliza o resultado da empresa como gatilho principal para o pagamento de bônus.
- Empresas devem definir indicadores de remuneração variável com antecedência e monitorar o progresso das metas durante todo o ano.
A especialista Misa Antonini defende que sistemas de bônus eficientes devem integrar o desempenho da empresa, da área e do funcionário para garantir resultados sustentáveis. Segundo a consultora, a remuneração deve ser estruturada em cinco pilares fundamentais, incluindo salário fixo, incentivos de curto e longo prazo, benefícios e componentes intangíveis. O modelo proposto utiliza o resultado corporativo como gatilho, ponderando o peso do cargo e o desempenho individual para evitar incentivos focados apenas em ganhos imediatos.
Antonini alerta que metas baseadas exclusivamente em faturamento ou corte de custos podem gerar efeitos colaterais negativos para a qualidade do negócio. Para mitigar riscos, as empresas são orientadas a definir indicadores de remuneração variável com antecedência e manter um monitoramento contínuo do progresso das metas ao longo de todo o ano. Essa abordagem visa alinhar os interesses dos colaboradores aos objetivos estratégicos da organização, promovendo um crescimento mais equilibrado e duradouro.
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