Cultura e bem-estar superam salário na retenção de talentos em 2026
Estudo aponta que profissionais priorizam equilíbrio e valores corporativos em vez de apenas remuneração e cargos para decidir onde trabalhar.
Pontos principais
- 94% dos executivos estão abertos a novas oportunidades, mesmo satisfeitos com o salário atual.
- 71% dos profissionais consideram o equilíbrio entre vida pessoal e profissional o benefício mais importante.
- Confiança na liderança e transparência na tomada de decisão tornaram-se diferenciais competitivos.
- Cultura organizacional é agora vista como um dos ativos mais valiosos para a retenção de talentos.
O mercado de trabalho global passa por uma mudança estrutural, onde os modelos tradicionais de atração de talentos baseados apenas em salário, cargo e status perdem força. De acordo com o estudo Executive Compensation & Talent Trends 2026, a retenção de profissionais de alto nível depende cada vez mais de fatores intangíveis, como o alinhamento de valores, a transparência nos processos internos e a confiança na liderança. A pesquisa revela que a grande maioria dos executivos, mesmo aqueles com remuneração satisfatória, mantém-se aberta a novas propostas que ofereçam um ambiente de trabalho mais saudável. Para as empresas, o desafio atual reside em transformar a cultura organizacional em um diferencial estratégico. Priorizar o bem-estar e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional não é mais apenas um diferencial, mas uma necessidade para garantir a permanência de talentos em um mercado altamente competitivo.
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