USP e Sociedade Max Planck criam centros de pesquisa em SP
Instituições firmam parceria para centros de geoantropologia e direito com foco em mudanças globais e populações tradicionais.
Pontos principais
- A parceria estabelece o Centro USP–Max Planck para o Antropoceno Tropical e o Centro Internacional USP-Max Planck para o Direito.
- O investimento inicial da organização alemã será de 4,9 milhões de euros ao longo de cinco anos.
- O centro de antropoceno analisará a relação entre populações tradicionais e o meio ambiente em países como Brasil e Nigéria.
- O centro de direito estudará como regimes de normatividade são impactados por transformações globais.
- As unidades devem operar entre 2027 e 2031, com possibilidade de extensão até 2036.
A Universidade de São Paulo (USP) e a Sociedade Max Planck, da Alemanha, anunciaram a criação de dois novos centros internacionais de pesquisa voltados para o Antropoceno Tropical e para o Direito. O projeto, que conta com um aporte de 4,9 milhões de euros da instituição alemã para os primeiros cinco anos, busca integrar pesquisadores em estudos sobre o impacto das mudanças globais nas sociedades e no meio ambiente. A iniciativa também prevê a captação de recursos adicionais junto à Fapesp para viabilizar as atividades.
O Centro de Antropoceno Tropical focará na interação entre populações tradicionais e ecossistemas em nações como Brasil, Bolívia, Camboja e Nigéria, enquanto o centro de direito investigará a evolução dos regimes de normatividade diante de crises planetárias. Com operação prevista para o ciclo de 2027 a 2031, o convênio permite uma extensão das atividades até 2036, consolidando uma cooperação científica de longo prazo entre o Brasil e a Alemanha.
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