Parlamentares britânicos pedem investigação após morte de denunciante
Parlamentares exigem apuração sobre a conduta da FCA após a morte de Simon Andriesz, ex-funcionário que denunciou irregularidades na BGC Partners.
Pontos principais
- Simon Andriesz faleceu na Tailândia após denunciar supostos vínculos entre Howard Lutnick e Jeffrey Epstein.
- O denunciante alegou ter sofrido retaliação profissional após reportar irregularidades à Financial Conduct Authority.
- Parlamentares britânicos solicitaram uma investigação independente sobre o tratamento de denunciantes pela FCA.
- A FCA nomeou Lea Paterson, ex-diretora do Bank of England, para revisar o caso.
- A BGC Partners negou formalmente as acusações de retaliação e má conduta financeira feitas por Andriesz.
Parlamentares britânicos exigem uma investigação independente sobre a atuação da Financial Conduct Authority (FCA) após a morte de Simon Andriesz, ex-funcionário da BGC Partners. Andriesz faleceu na Tailândia no mês passado, após ter denunciado supostos vínculos comerciais entre Howard Lutnick e o falecido financista Jeffrey Epstein. O denunciante alegava ter sofrido retaliação profissional e perseguição após reportar evidências de irregularidades financeiras e má conduta à autoridade reguladora britânica.
Em resposta à pressão parlamentar, a FCA nomeou Lea Paterson, ex-diretora do Bank of England, para conduzir uma revisão sobre como o órgão lidou com as denúncias apresentadas por Andriesz. O caso levanta questionamentos sobre a proteção a denunciantes no setor financeiro do Reino Unido. Por sua vez, a BGC Partners negou veementemente as alegações de retaliação e de apropriação indevida de fundos, mantendo sua posição de que as denúncias carecem de fundamento factual.
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