Defesa pede afastamento de Letitia James em caso de estupro na Cornell
Advogado de um dos acusados alega falta de imparcialidade da procuradora-geral de Nova York em investigação sobre estupro na Cornell University.
Pontos principais
- A governadora Kathy Hochul nomeou Letitia James como promotora especial para o caso.
- A investigação apura denúncia de estupro de uma estudante em uma festa de fraternidade.
- A defesa contesta a nomeação citando publicações da procuradora no X antes do caso.
- Advogados pedem a recusa voluntária de James para garantir a imparcialidade do processo.
- O governo estadual mantém o apoio à nomeação e confia na condução técnica da procuradora.
A defesa de um dos sete acusados no caso de estupro na Cornell University solicitou formalmente a remoção da procuradora-geral de Nova York, Letitia James, da função de promotora especial. O pedido baseia-se em publicações feitas por James na rede social X dias antes de sua nomeação, que, segundo os advogados, demonstram falta de imparcialidade e comprometem a análise independente das evidências.
A investigação foi instaurada após uma estudante denunciar ter sido drogada e estuprada durante uma festa de fraternidade, acusando a universidade de negligência na proteção de sua integridade. Enquanto a defesa insiste na recusa voluntária da procuradora para evitar questionamentos sobre a legitimidade do processo, a governadora Kathy Hochul defendeu a escolha, afirmando que a investigação seguirá estritamente os fatos e as provas coletadas.
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