Líder do Jewish Greens ameaça sair do partido após moção anti-sionista
Vivien Lichtenstein considera deixar o partido após aprovação de moção que equipara o sionismo ao racismo e defende a extinção de Israel.
Pontos principais
- A moção foi aprovada durante a conferência anual do partido em Brighton.
- O texto aprovado equipara o sionismo ao racismo e propõe a criação de um Estado palestino único no lugar de Israel.
- Vivien Lichtenstein classificou a medida como inútil e divisiva.
- Membros do partido expressaram insatisfação com a ausência de Zack Polanski durante a votação.
A líder do grupo Jewish Greens, Vivien Lichtenstein, declarou que pode deixar a legenda após a aprovação de uma moção polêmica durante a conferência anual do partido em Brighton, no último domingo. O texto aprovado pelos membros equipara o sionismo ao racismo e defende a substituição de Israel por um Estado palestino único, gerando forte reação interna.
Lichtenstein classificou a decisão como inútil e afirmou que a medida aprofunda as divisões entre os membros judeus da organização. Além da controvérsia sobre o conteúdo da moção, parte da militância manifestou insatisfação com a ausência de Zack Polanski durante o processo de votação, levantando questionamentos sobre a condução política do partido em temas sensíveis.
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