TSE busca reduzir abstenção após recorde de 21% no primeiro turno
O TSE planeja estratégias para diminuir a abstenção no segundo turno, que atingiu o maior patamar desde 1998 no primeiro pleito de 2026.
Pontos principais
- O primeiro turno registrou 21,08% de abstenção, totalizando 33,4 milhões de eleitores ausentes.
- Somando brancos e nulos, o índice de eleitores que não votaram em candidatos chegou a 24,63% do total apto.
- O comparecimento total foi de 125 milhões de eleitores de um universo de 158,7 milhões.
- A taxa de abstenção é a mais alta registrada no país desde 1998.
- Flávio Bolsonaro e Lula disputarão o segundo turno da eleição presidencial.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, anunciou que a corte adotará medidas para incentivar o comparecimento às urnas no segundo turno das eleições presidenciais. A decisão ocorre após o primeiro turno registrar uma abstenção de 21,08%, o maior índice desde 1998, quando o país atingiu 21,5% de faltosos.
Ao todo, 33,4 milhões de eleitores não compareceram aos locais de votação, enquanto outros 5,8 milhões optaram por votos brancos ou nulos. Com a confirmação de Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno, o TSE busca reverter o cenário de desengajamento que, somado aos votos inválidos, representou quase um quarto do eleitorado apto a votar no pleito de 2026.
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