Pai e filho são presos no Mississippi após mortes por kratom
Dois homens foram detidos nos EUA por distribuir derivados de kratom, substância associada ao falecimento de dois estudantes universitários.
Pontos principais
- Yahya Mohamed Mosleh e Islam Yahya Mosleh foram acusados de posse e distribuição de substâncias controladas.
- A investigação apura a relação entre os produtos vendidos e a morte de dois estudantes da Universidade do Mississippi em setembro.
- Os derivados de kratom apreendidos, conhecidos como 'heroína de posto de gasolina', incluem substâncias de classe I nos EUA.
- Embora o kratom seja legal no Mississippi, promotores afirmam que os compostos específicos encontrados são ilegais.
As autoridades do Mississippi prenderam Yahya Mohamed Mosleh e seu filho, Islam Yahya Mosleh, sob a acusação de distribuir substâncias controladas. A operação policial foi deflagrada após a morte de dois estudantes da Universidade do Mississippi, ocorrida em 21 de setembro, cujos corpos foram encontrados próximos a pacotes de derivados de kratom. O produto, popularmente apelidado de 'heroína de posto de gasolina', é comercializado livremente em diversas regiões, embora não possua regulamentação da FDA.
Promotores federais argumentam que os compostos específicos encontrados no local, identificados como MGPI, MGM-15 e MGM-16, são classificados como substâncias controladas de classe I nos Estados Unidos. Embora o kratom em si seja legal no estado do Mississippi, a acusação sustenta que a natureza química dos derivados vendidos pelos suspeitos viola a legislação federal vigente. O caso destaca os riscos associados à falta de controle sobre substâncias psicoativas vendidas em estabelecimentos comerciais.
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