Crescimento da abstenção eleitoral pode definir disputa acirrada
A tendência de alta na abstenção desde 2006 pode ser decisiva em um cenário eleitoral marcado pelo empate técnico entre os candidatos.
||
02/10 às 23:31
Pontos principais
- A taxa de abstenção no primeiro turno das eleições presidenciais cresce continuamente desde 2006.
- O índice registrou um aumento de quatro pontos percentuais entre 2006 e 2022.
- Nas eleições de 2022, a abstenção alcançou 20,79%, somando 32,2 milhões de eleitores ausentes.
- O atual quadro eleitoral mostra dois candidatos competitivos empatados dentro da margem de erro.
A abstenção no primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras apresenta uma trajetória de crescimento desde 2006, acumulando um aumento de quatro pontos percentuais até 2022. Na última eleição, o índice atingiu 20,79%, representando 32,2 milhões de eleitores que não compareceram às urnas. Esse comportamento do eleitorado ganha relevância no atual cenário, onde dois candidatos disputam a preferência do público tecnicamente empatados dentro da margem de erro das pesquisas.
Cobertura da mídia
Comentários
Carregando comentários...
