Preço do boi gordo sobe em todo o país com oferta restrita
O mercado físico do boi gordo encerrou a semana em alta devido à escassez de animais e à necessidade urgente dos frigoríficos em recompor estoques.
Pontos principais
- Oferta restrita de animais mantém viés de alta no mercado físico.
- Escalas de abate curtas, entre cinco e sete dias, pressionam os preços.
- Estados como São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso registraram valorização na arroba.
- Atacado mantém preços estáveis diante da concorrência com outras proteínas.
- Dólar comercial fechou a sessão cotado a R$ 5,2166.
O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com valorização generalizada em diversas regiões produtoras do Brasil, incluindo São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. O movimento de alta é sustentado pela oferta limitada de animais prontos para o abate e pela necessidade imediata dos frigoríficos em recompor suas escalas, que atualmente operam em um patamar curto, variando entre cinco e sete dias úteis. Tanto unidades de grande porte quanto plantas menores elevaram suas indicações de compra para garantir o abastecimento.
No setor atacadista, os preços da carne bovina permaneceram inalterados ao longo do período. Analistas apontam que o potencial de valorização no varejo encontra limites na competitividade com outras proteínas, como o frango, suínos e ovos, que seguem como alternativas mais acessíveis ao consumidor final. Enquanto isso, o dólar comercial encerrou o pregão com leve baixa de 0,13%, cotado a R$ 5,2166, em um cenário de mercado atento aos fundamentos da pecuária nacional.
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