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Preço do boi gordo sobe em todo o país com oferta restrita

O mercado físico do boi gordo encerrou a semana em alta devido à escassez de animais e à necessidade urgente dos frigoríficos em recompor estoques.

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Foto: Canal Rural
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02/10 às 20:45

Pontos principais

  • Oferta restrita de animais mantém viés de alta no mercado físico.
  • Escalas de abate curtas, entre cinco e sete dias, pressionam os preços.
  • Estados como São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso registraram valorização na arroba.
  • Atacado mantém preços estáveis diante da concorrência com outras proteínas.
  • Dólar comercial fechou a sessão cotado a R$ 5,2166.

O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com valorização generalizada em diversas regiões produtoras do Brasil, incluindo São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. O movimento de alta é sustentado pela oferta limitada de animais prontos para o abate e pela necessidade imediata dos frigoríficos em recompor suas escalas, que atualmente operam em um patamar curto, variando entre cinco e sete dias úteis. Tanto unidades de grande porte quanto plantas menores elevaram suas indicações de compra para garantir o abastecimento.

No setor atacadista, os preços da carne bovina permaneceram inalterados ao longo do período. Analistas apontam que o potencial de valorização no varejo encontra limites na competitividade com outras proteínas, como o frango, suínos e ovos, que seguem como alternativas mais acessíveis ao consumidor final. Enquanto isso, o dólar comercial encerrou o pregão com leve baixa de 0,13%, cotado a R$ 5,2166, em um cenário de mercado atento aos fundamentos da pecuária nacional.

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