Investigação sobre estupro coletivo na Universidade Cornell é reaberta
Promotoria reabre caso de estupro coletivo na fraternidade Chi Phi após estudante processar a Universidade Cornell por falhas na segurança.
Pontos principais
- A investigação criminal sobre o abuso de Jane Doe por sete estudantes em 2024 foi reaberta por um promotor.
- A vítima alega que foi dopada e submetida a maus-tratos por sete horas durante a festa da fraternidade Chi Phi.
- A Universidade Cornell suspendeu a fraternidade e expulsou dois dos sete acusados após a repercussão do caso.
- A ação civil aponta que cerca de 50 estudantes compartilharam detalhes do abuso em grupos de mensagens sem intervenção da instituição.
A investigação criminal sobre o estupro coletivo de uma estudante da Universidade Cornell, identificada como Jane Doe, foi reaberta por um promotor local. O caso, ocorrido em outubro de 2024 durante uma festa da fraternidade Chi Phi, envolve a acusação de que a jovem foi dopada e submetida a abusos por sete estudantes durante cerca de sete horas. A vítima move uma ação civil contra a universidade, alegando negligência na proteção aos alunos e punições insuficientes aos envolvidos.
Relatos indicam que o abuso foi compartilhado em grupos de mensagens frequentados por cerca de 50 estudantes, sem que houvesse denúncias às autoridades na época. Em resposta à gravidade das acusações, a instituição suspendeu temporariamente a fraternidade Chi Phi e expulsou dois dos sete suspeitos. O caso gerou críticas de figuras políticas sobre a forma como instituições de ensino de elite lidam com denúncias de violência sexual e a cultura de impunidade em fraternidades.
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