MFG Agropecuária reorganiza operação para focar em confinamentos próprios
Empresa de Marcos Molina encerra unidades arrendadas e investe em tecnologia para ampliar capacidade de confinamento e eficiência operacional.
Pontos principais
- A MFG Agropecuária encerrou contratos de arrendamento em Pereira Barreto (SP) e Campo Verde (MT).
- O plano de expansão visa elevar a capacidade das unidades de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis para 30 mil cabeças cada.
- A companhia mantém a meta de abater entre 300 mil e 320 mil cabeças de gado por ano.
- Investimentos em automação, rastreabilidade e gestão de dados em tempo real compõem a nova estratégia.
- A empresa testa alternativas ao uso de antimicrobianos para atender exigências de mercados internacionais.
A MFG Agropecuária, controlada pelo empresário Marcos Molina, iniciou uma reestruturação estratégica focada na modernização e expansão de seus confinamentos próprios. Como parte do movimento, a companhia encerrou operações em unidades arrendadas em São Paulo e Mato Grosso, mantendo atualmente seis locais de confinamento, sendo cinco deles de propriedade da empresa. O objetivo central é consolidar a gestão operacional e aumentar a escala nas unidades de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, visando atingir uma capacidade estática de 30 mil cabeças em cada planta.
Para sustentar o volume anual de abate, que deve permanecer entre 300 mil e 320 mil cabeças, a empresa está investindo em tecnologia de ponta e automação. A estratégia inclui a implementação de sistemas de rastreabilidade e gestão de indicadores em tempo real, além de testes com protocolos de produção mais sustentáveis. Essas medidas buscam atender às crescentes exigências de mercados importadores, especialmente no que diz respeito à redução do uso de antimicrobianos na pecuária de corte.
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