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Acordo tarifário entre EUA e China pode reduzir migração industrial

Nova proposta de redução de tarifas entre Washington e Pequim ameaça diminuir o uso do Sudeste Asiático como base para contornar impostos americanos.

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Foto: SCMP - Asia
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30/09 às 11:32

Pontos principais

  • Fabricantes chineses utilizam o Sudeste Asiático para evitar tarifas impostas pelos EUA.
  • Washington e Pequim propuseram uma nova rodada de cortes tarifários.
  • Mais de 90% dos produtos em uma lista de US$ 30 bilhões seriam beneficiados.
  • A medida inclui itens como brinquedos e bens domésticos.

Uma nova proposta de redução de tarifas entre Washington e Pequim pode alterar a estratégia de produção de empresas chinesas no Sudeste Asiático. Há anos, fabricantes utilizam a região como um hub para contornar as barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos, deslocando parte de suas operações para evitar custos adicionais.

Sob o novo acordo do US-China Board of Trade, mais de 90% dos produtos listados, totalizando US$ 30 bilhões, teriam suas tarifas reduzidas. A lista abrange diversos itens de consumo, como brinquedos e bens domésticos, o que pode diminuir o incentivo financeiro para que essas indústrias mantenham bases produtivas fora da China apenas para fugir da taxação americana.

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