Família de gêmeas condenadas à morte no Irã recorre à ONU
Familiares de Taraneh e Romina Rahimi buscam apoio internacional após condenação das jovens por participação em protestos contra o regime iraniano.
Pontos principais
- As gêmeas Taraneh e Romina Rahimi, de 21 anos, foram sentenciadas à morte e a décadas de prisão.
- O regime iraniano acusou as irmãs de 'travar guerra contra Deus' durante manifestações.
- Advogados britânicos de direitos humanos formalizaram o pedido de ajuda junto à ONU.
A família das gêmeas iranianas Taraneh e Romina Rahimi, de 21 anos, solicitou formalmente o auxílio da Organização das Nações Unidas (ONU) para reverter as sentenças de morte impostas às jovens. As irmãs foram condenadas pelo sistema judicial do Irã após participarem de protestos contra o governo de Teerã, enfrentando acusações graves, incluindo a de 'travar guerra contra Deus'.
O caso ganhou repercussão internacional após advogados britânicos especializados em direitos humanos apresentarem uma submissão formal de informações ao órgão internacional. A defesa busca pressionar o governo iraniano para que reveja as penas, que incluem décadas de reclusão além da condenação capital, em um cenário de crescente preocupação global com a repressão a manifestantes no país.
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