Setor segurador busca ampliar acesso a proteção para pequenos negócios
Mercado de seguros articula estratégias para democratizar o acesso a produtos financeiros para empreendedores e moradores de comunidades no Brasil.
Pontos principais
- Pesquisa da CNseg e Instituto Locomotiva aponta que 85% dos moradores de periferias têm interesse em seguros.
- Restrições financeiras impedem a contratação de proteção por 89% desse público.
- Iniciativas como a Favela Seguros utilizam representantes locais para distribuir produtos.
- Susep recomenda atenção a coberturas, franquias e carências antes da adesão.
O mercado segurador brasileiro intensifica esforços para adaptar produtos e linguagem à realidade de pequenos empreendedores e moradores de periferias. Embora o interesse por proteção financeira alcance 85% dessa população, dados da CNseg e do Instituto Locomotiva revelam que 89% enfrentam barreiras financeiras que impedem a contratação. Para reverter esse cenário, empresas como a Favela Seguros, em parceria com a MAG Seguros, investem na capacitação de agentes locais para facilitar o acesso à proteção familiar e profissional.
Especialistas e seguradoras, incluindo Mapfre e CNP Assurances, defendem que a educação financeira é fundamental para integrar quem atua sem CNPJ ao sistema. Paralelamente, a Susep reforça a necessidade de transparência, orientando que os consumidores verifiquem criteriosamente as cláusulas de coberturas, franquias e carências. O objetivo central é transformar o seguro em uma ferramenta de estabilidade para a renda de pequenos negócios em todo o país.
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