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Austrália impõe restrições ao uso de óculos inteligentes em locais públicos

Preocupações com privacidade e gravações sem consentimento levam cidades e estados australianos a banir o uso de óculos inteligentes em locais públicos.

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Foto: Canaltech
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22/09 às 07:45

Pontos principais

  • Sydney proibiu o uso de óculos inteligentes em piscinas, academias, creches e bibliotecas.
  • Austrália Ocidental proibirá o dispositivo em escolas públicas a partir de 12 de outubro.
  • Autoridades locais defendem que o governo federal avalie a proibição da importação dos aparelhos.
  • A Meta estaria desenvolvendo um modelo de óculos sem câmera para atender às preocupações de privacidade.

Cidades e estados da Austrália implementaram restrições severas ao uso de óculos inteligentes em espaços públicos devido ao temor de gravações não autorizadas. Em Sydney, o uso dos dispositivos foi banido de locais como academias, piscinas, bibliotecas e prédios municipais, enquanto o estado da Austrália Ocidental estenderá a proibição para escolas públicas a partir de 12 de outubro. A medida reflete um movimento global de cautela, similar ao observado no Reino Unido, onde tribunais já restringiram o uso da tecnologia para evitar captações discretas de imagem.

Diante do cenário, o vereador Matthew Thompson solicitou que o governo federal australiano avalie a proibição da importação desses dispositivos até que uma legislação nacional de privacidade seja estabelecida. Enquanto o debate regulatório avança, a Meta, uma das principais fabricantes do setor, estaria desenvolvendo um novo modelo chamado Luna, que não possui câmera integrada, visando mitigar os riscos à privacidade e se adequar às novas exigências de mercado.

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