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Uso de armas a laser reduz em 75% atividade de drones na fronteira dos EUA

O Exército dos EUA registrou queda de 75% em incursões de drones na fronteira com o México após implementar um sistema de defesa a laser de alta energia.

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21/09 às 01:41

Pontos principais

  • O sistema de laser de alta energia, modelo LOCUST da AeroVironment, foi utilizado para derrubar 11 drones em dez dias.
  • Desde o início de 2026, as forças americanas já neutralizaram cerca de 300 drones ligados a cartéis na região.
  • Cada disparo do laser tem um custo operacional estimado em apenas US$ 3, tornando-o uma alternativa econômica a interceptadores tradicionais.
  • O equipamento é operado por soldados utilizando controles de videogame, facilitando a precisão na mira contra alvos móveis.
  • O Exército dos EUA firmou um contrato de US$ 465 milhões com a AeroVironment para a aquisição de novos sistemas de laser.
  • A tecnologia é empregada em coordenação com a FAA para garantir a segurança do espaço aéreo civil próximo à fronteira.

O Exército dos Estados Unidos reportou uma redução de cerca de 75% na atividade de drones na região do Rio Grande Valley, na fronteira com o México, após a introdução de um sistema de armas a laser de alta energia. A tecnologia, que fez sua estreia operacional em 25 de agosto de 2026, é utilizada para neutralizar aeronaves não tripuladas que representam ameaças imediatas, complementando as táticas de bloqueio eletrônico (jamming) já empregadas pelas forças de segurança.

O sistema, desenvolvido pela empresa AeroVironment, permite que operadores rastreiem e abatam drones com precisão utilizando controles de videogame. Além da eficácia tática, o custo de cada disparo é estimado em apenas US$ 3, um valor significativamente inferior ao de interceptadores de defesa aérea convencionais. O governo americano reforçou o investimento na tecnologia com um contrato de US$ 465 milhões, visando mitigar o uso de drones por cartéis para monitorar agentes da lei e facilitar o contrabando.

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