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Pentágono avalia lasers anti-drones em Washington

O Pentágono estuda instalar sistemas de lasers anti-drones em Washington, em meio à guerra com o Irã e apesar das preocupações da F.A.A. sobre a segurança aérea.

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Foto: InfoMoney
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31/03 às 15:02

Pontos principais

  • O Pentágono planeja instalar lasers anti-drones LOCUST na base do Exército Fort Lesley J. McNair, em Washington.
  • A medida ocorre após relatos de atividade incomum de drones na região e no contexto da guerra entre EUA e Irã.
  • A F.A.A. expressa preocupações sobre os riscos à segurança de aeronaves e à visão de pilotos devido ao espaço aéreo congestionado.
  • O sistema LOCUST já é utilizado na fronteira com o México para combater drones de cartéis de drogas.
  • O presidente Donald Trump elogiou a tecnologia de lasers como uma alternativa eficiente a mísseis interceptadores.

O Pentágono está avaliando a instalação de sistemas de lasers anti-drones na base do Exército Fort Lesley J. McNair, em Washington. A iniciativa surge em resposta a relatos de atividade incomum de drones na capital e no contexto da guerra entre os Estados Unidos e o Irã. O sistema, conhecido como LOCUST, já é empregado na fronteira com o México para combater drones utilizados por cartéis de drogas.

Apesar do potencial de defesa, a Administração Federal de Aviação (F.A.A.) manifestou preocupações significativas. A agência alerta para os riscos à segurança de aeronaves e à visão de pilotos, dada a complexidade do espaço aéreo de Washington. Incidentes anteriores, como o fechamento do espaço aéreo em El Paso após um disparo de laser, reforçam as reservas da F.A.A. No entanto, testes em White Sands demonstraram que o laser pode ser disparado contra jatos sem causar danos estruturais, e o presidente Donald Trump tem elogiado a tecnologia como uma alternativa mais econômica e eficaz aos mísseis interceptadores tradicionais.

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