Nvidia tem lucro de US$ 59,7 bilhões no 2º trimestre, alta de 126%
A Nvidia registrou receita recorde de US$ 96,2 bilhões no segundo trimestre fiscal e projeta US$ 108,0 bilhões para o terceiro trimestre, sem incluir receita de data center da China na estimativa.
Pontos principais
- Lucro líquido GAAP da Nvidia atingiu US$ 59,7 bilhões no segundo trimestre fiscal, encerrado em 26 de julho de 2026, alta de 126% na comparação anual; o lucro por ação diluído GAAP foi de US$ 2,46, alta de 128%.
- A receita total somou US$ 96,2 bilhões, alta de 106% na comparação anual e 18% frente ao trimestre anterior, com margem bruta GAAP e non-GAAP de 75,0%.
- O segmento de Data Center foi o principal motor, com receita de US$ 89,0 bilhões, alta de 117% na comparação anual e 18% frente ao trimestre anterior.
- No critério non-GAAP, o lucro por ação foi de US$ 2,22, acima da projeção de US$ 2,09 dos analistas consultados pela FactSet.
- Para o terceiro trimestre fiscal, a Nvidia projeta receita de US$ 108,0 bilhões (variação de ±2%) e margem bruta de 74,0% (±50 pontos-base), sem contar receita de computação para data center vinda da China.
- A empresa distribuiu cerca de US$ 26,0 bilhões a acionistas no trimestre, entre recompras de ações e dividendos, e mantém autorização remanescente de US$ 99,0 bilhões; o próximo dividendo, de US$ 0,25 por ação, será pago em 1º de outubro de 2026.
- O CEO Jensen Huang afirmou que "a IA atingiu seu ponto de inflexão" e que "seus tokens são produtivos e lucrativos", citando aceleração da demanda.
- Apesar dos resultados recordes, as ações da Nvidia apresentaram estabilidade no pós-fechamento do mercado.
A Nvidia reportou resultados financeiros recordes no segundo trimestre fiscal, encerrado em 26 de julho de 2026, impulsionados pela demanda por capacidade computacional voltada à inteligência artificial. A receita da companhia atingiu US$ 96,2 bilhões, alta de 106% na comparação anual e 18% frente ao trimestre anterior, com margem bruta GAAP e non-GAAP de 75,0%. O lucro líquido GAAP somou US$ 59,7 bilhões (alta de 126%), com lucro por ação diluído de US$ 2,46; no critério non-GAAP, o lucro por ação foi de US$ 2,22. O desempenho foi sustentado principalmente pelo segmento de Data Center, que somou US$ 89,0 bilhões em receita (alta de 117% na comparação anual), além de um crescimento de 27% na divisão de Edge Computing, para US$ 7,2 bilhões. O CEO Jensen Huang disse que "a IA atingiu seu ponto de inflexão" e que "seus tokens são produtivos e lucrativos", citando aceleração da demanda e um novo ciclo de laboratórios e startups de IA. A companhia também distribuiu cerca de US$ 26,0 bilhões a acionistas no trimestre, entre recompras e dividendos, com autorização remanescente de US$ 99,0 bilhões. Para o terceiro trimestre fiscal, a Nvidia projeta receita de US$ 108,0 bilhões (±2%) e margem bruta de 74,0%, mas informou que a estimativa não inclui nenhuma receita de computação para data center vinda da China. As ações da empresa permaneceram estáveis após a divulgação, refletindo cautela dos investidores sobre o ritmo de gastos globais com inteligência artificial.
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