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Petroleiras brasileiras investem em IA para otimizar operações

Empresas do setor de óleo e gás integram inteligência artificial e tecnologias digitais para elevar a eficiência e reduzir emissões de carbono.

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Foto: Época Negócios
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20/08 às 19:15 · atualizado 22:02

Pontos principais

  • Petrobras planeja investir mais de US$ 4 bilhões em P,D&I entre 2026 e 2030 com foco em baixo carbono.
  • Acelen desenvolve copiloto industrial baseado em IA generativa para a refinaria de Mataripe.
  • Shell Brasil aplica R$ 500 milhões anuais em P&D, incluindo o uso de braços robóticos em plataformas.
  • Repsol Sinopec Brasil utiliza gêmeos digitais para captura de carbono e inovações em águas ultraprofundas.
  • Vibra utiliza o fundo Vibra Ventures e o hub Vibra co.lab para integrar startups e capacitar colaboradores em IA.

Grandes empresas do setor de petróleo e gás no Brasil estão acelerando a adoção de inteligência artificial e tecnologias digitais como pilares estratégicos para otimizar operações e cumprir metas de descarbonização. O movimento reflete uma busca por maior eficiência operacional e redução de custos, utilizando desde automação robótica até sistemas de IA generativa para monitoramento de refinarias e manutenção de plataformas em águas ultraprofundas. O investimento em inovação tecnológica tornou-se um diferencial competitivo essencial para o setor, que enfrenta o desafio de equilibrar a produtividade industrial com exigências ambientais mais rigorosas. A Petrobras, por exemplo, lidera o volume de aportes com um plano de mais de US$ 4 bilhões destinados a pesquisa, desenvolvimento e inovação até 2030, priorizando soluções de baixo carbono. Paralelamente, companhias como Acelen, Shell e Repsol Sinopec estão implementando ferramentas específicas, como copilotos industriais e gêmeos digitais, para otimizar processos complexos de extração e refino. A estratégia também envolve a conexão com o ecossistema de startups, como exemplificado pela Vibra, que busca fomentar a capacitação interna e a inovação aberta para manter a competitividade em um mercado global cada vez mais digitalizado.

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