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Polícia recupera oito obras de Matisse roubadas em São Paulo

A Polícia Civil localizou oito gravuras de Henri Matisse em São Bernardo do Campo; cinco obras de Portinari levadas no mesmo roubo seguem desaparecidas.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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13/08 às 23:32, atualizado 14/08 às 08:33

Pontos principais

  • Oito obras de Henri Matisse foram recuperadas em um apartamento na Grande São Paulo.
  • As peças haviam sido roubadas da Biblioteca Mário de Andrade em dezembro de 2025.
  • Um homem foi preso em flagrante por receptação durante a operação policial.
  • Cinco obras de Candido Portinari, furtadas na mesma ocasião, ainda não foram localizadas.
  • A ação faz parte de uma investigação para desarticular um grupo especializado em crimes contra o patrimônio artístico.
  • Prisões anteriores de suspeitos no Rio de Janeiro foram fundamentais para localizar as obras de Matisse.
  • As autoridades confirmaram a autenticidade das peças recuperadas após a operação.

A Polícia Civil de São Paulo recuperou oito obras do artista francês Henri Matisse que haviam sido subtraídas da Biblioteca Mário de Andrade em dezembro de 2025. As peças foram localizadas em um apartamento situado em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista. Durante a operação, um homem foi preso em flagrante sob a acusação de receptação, dando continuidade aos esforços das autoridades para desmantelar um grupo criminoso especializado em furtos de acervos culturais. A localização das obras foi possível graças ao desdobramento de investigações que já haviam resultado em prisões de integrantes do mesmo bando no Rio de Janeiro. Embora o resgate das gravuras de Matisse represente um avanço significativo, a polícia informou que cinco obras de Candido Portinari, levadas durante o mesmo assalto, permanecem desaparecidas. As autoridades seguem com as diligências para encontrar os quadros do artista brasileiro e identificar todos os envolvidos no esquema. O caso, que ganhou repercussão internacional pela ousadia dos criminosos, reforça os desafios enfrentados por instituições públicas brasileiras na proteção de seus acervos históricos e artísticos contra ações organizadas.

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