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Colômbia autoriza operações militares conjuntas com EUA contra narcotráfico

O governo colombiano oficializou parceria militar com os Estados Unidos para combater o narcoterrorismo sob a coalizão Escudo das Américas.

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Foto: G1 Mundo
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12/08 às 18:33 · atualizado 13/08 às 01:01

Pontos principais

  • O anúncio foi feito pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, durante reunião no Panamá.
  • A Colômbia integra a coalizão Escudo das Américas, iniciativa liderada pelo presidente Donald Trump.
  • O presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, adotou uma política de combate direto ao crime organizado.
  • O Departamento de Estado dos EUA planeja destinar US$ 1 bilhão para ações de segurança no país sul-americano.
  • A Colômbia é o quarto país da região a autorizar a presença de forças americanas em operações conjuntas.
  • A iniciativa visa desmantelar redes criminosas que financiam suas atividades por meio do tráfico de drogas.
  • Equador, Honduras e Guatemala também participam dos esforços de segurança liderados por Washington.

O governo da Colômbia autorizou a realização de operações militares conjuntas com os Estados Unidos, focadas no combate ao narcoterrorismo. A decisão foi confirmada pelo secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, durante um evento no Panamá. A medida marca a entrada oficial da Colômbia na coalizão 'Escudo das Américas', uma estratégia regional promovida pelo presidente Donald Trump para desarticular redes de tráfico de drogas e grupos armados que operam na região. O presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, tem defendido uma postura de enfrentamento direto contra essas organizações, descartando negociações de paz tradicionais.

Para viabilizar a cooperação, o Departamento de Estado dos EUA planeja destinar US$ 1 bilhão em investimentos voltados à segurança e inteligência. A parceria estratégica permite que forças americanas atuem em solo colombiano, reforçando os esforços de segurança que já contam com a participação de Equador, Honduras e Guatemala. A colaboração é vista como um passo fundamental para intensificar o controle sobre rotas de tráfico e enfraquecer o poder financeiro de facções criminosas que impactam a estabilidade regional.

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