Marcos Pereira nega pedido de Cleitinho para disputar governo de MG
O senador Cleitinho Azevedo tentou oficializar sua candidatura ao governo mineiro durante convenção do Republicanos, mas teve o pleito rejeitado pela cúpula.
Pontos principais
- Cleitinho Azevedo solicitou a candidatura ao governo de Minas Gerais durante a convenção nacional do Republicanos.
- O presidente do partido, Marcos Pereira, negou o pedido e encerrou a fase deliberativa da convenção.
- A direção da legenda alegou que o prazo para a formalização da candidatura havia expirado e que o rito estadual foi ignorado.
- O Republicanos já havia oficializado o apoio a Marcelo Aro (PP) para a disputa estadual mineira.
- O senador, que liderava pesquisas de intenção de voto, mudou de posição sobre a candidatura ao menos três vezes nos últimos meses.
- A cúpula nacional do partido manteve a decisão de não lançar candidatura própria, optando por manter o apoio já consolidado.
- O prazo legal de filiação partidária impede que o senador concorra por outra legenda nas eleições de 2026.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) protagonizou um momento de tensão durante a convenção nacional do partido ao solicitar, de última hora, o lançamento de sua candidatura ao governo de Minas Gerais. O pedido foi prontamente rejeitado pelo presidente nacional da sigla, Marcos Pereira, que encerrou a fase deliberativa do evento sem pautar o tema. Segundo a cúpula do partido, a solicitação carecia de viabilidade jurídica e política, uma vez que o prazo para deliberação na convenção estadual já havia se encerrado e a legenda já havia firmado compromisso com Marcelo Aro (PP).
A tentativa de Cleitinho marca o desfecho de um período de instabilidade política, no qual o senador alternou diversas vezes entre a pré-candidatura e a desistência, citando inclusive questões pessoais. A negativa da direção nacional consolida o isolamento da pretensão do parlamentar dentro da legenda. Com a decisão, o Republicanos mantém sua estratégia eleitoral no estado, enquanto o cenário político mineiro segue fragmentado com oito candidaturas oficializadas, aumentando a imprevisibilidade do pleito e forçando aliados a reorganizarem suas articulações para os próximos anos.
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