O resultado do governo geral vietnamita antes dos juros da dívida, em cada ano, em proporção ao PIB — o "primary balance" do FMI.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O resultado do governo geral vietnamita sem a conta de juros: quanto a arrecadação cobre do gasto que o governo decide hoje, sem contar o serviço da dívida já contraída. É o "primary net lending/borrowing" do FMI (GGXONLB_NGDP), na mesma base caixa e no mesmo perímetro do resultado financeiro.
Uma conta de juros pequena. Em 2024 (preliminar), o primário foi de −0,64% do PIB contra −1,54% no financeiro — 0,9 ponto de juros líquidos; o pior ano da série inteira (1998–2024) foi 2015, com 1,58 ponto. É consistente com uma dívida pública que hoje gira em torno de 30% do PIB (ver dívida bruta) e cresceu devagar na última década.
O que entra na conta. O governo geral do Vietnã na definição do FMI: governo central e governos locais (províncias, cidades), em regime de caixa (não de competência — o próprio FMI registra que o Vietnã não reporta em base de competência). Não inclui estatais nem os fundos extraorçamentários que a Assembleia Nacional aprova à parte do orçamento central.
Como é calculado. Resultado total (GGXCNL_NGDP) mais os juros líquidos pagos pelo governo geral, na contabilidade do FMI. A ingestão confere que essa diferença fica entre 0 e 3 pontos do PIB em todo ano da série, e que o ano mais recente bate com a mesma conta publicada pelo Fiscal Monitor do FMI — o primário não é curado no "datamapper" simplificado (nem para o Vietnã, nem para nenhum outro país desta plataforma), então a segunda leitura usa outro endpoint do próprio FMI.
O ano mais recente é preliminar, pelo mesmo motivo do resultado financeiro: o corte segue o atributo LATEST_ACTUAL_ANNUAL_DATA da própria série, e o Vietnã revisa esse ano por até duas edições do WEO antes de estabilizar.
| Período | Resultado primário | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024preliminar | −0,6% | +0,2 p.p. |
| 2023 | −0,9% | −2,5 p.p. |
| 2022 | 1,7% | +1,9 p.p. |
| 2021 | −0,2% | +1,3 p.p. |
| 2020 | −1,5% | −2,5 p.p. |
| 2019 | 1,0% | +0,5 p.p. |
| 2018 | 0,5% | +0,9 p.p. |
| 2017 | −0,4% | +1,2 p.p. |
| 2016 | −1,6% | +1,8 p.p. |
| 2015 | −3,4% | +0,3 p.p. |
| 2014 | −3,7% | +1,1 p.p. |
| 2013 | −4,8% | −0,3 p.p. |
| 2012 | −4,5% | −4,4 p.p. |
| 2011 | −0,1% | +1,3 p.p. |
| 2010 | −1,3% | +2,6 p.p. |
| 2009 | −3,9% | −4,3 p.p. |
| 2008 | 0,4% | +1,3 p.p. |
| 2007 | −0,9% | −1,7 p.p. |
| 2006 | 0,8% | +1,2 p.p. |
| 2005 | −0,4% | −1,0 p.p. |
| 2004 | 0,6% | +2,3 p.p. |
| 2003 | −1,7% | −0,7 p.p. |
| 2002 | −1,1% | +0,4 p.p. |
| 2001 | −1,5% | −0,5 p.p. |
| 2000 | −1,0% | −0,2 p.p. |
| 1999 | −0,8% | −1,1 p.p. |
| 1998 | 0,3% | — |