A taxa de homicídio doloso de Ruanda, por 100 mil habitantes, pelo UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Ruanda reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
Por 100 mil habitantes. A taxa que a própria UNODC publica (indicador 16.1.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), não recalculada aqui.
| Período | Taxa de homicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2015 | 2,5 | −33,2% |
| 2014 | 3,8 | +16,4% |
| 2013 | 3,2 | +37,3% |
| 2012 | 2,4 | −16,3% |
| 2010 | 2,8 | +91,8% |
| 2008 | 1,5 | −47,7% |
| 2007 | 2,8 | −18,1% |
| 2006 | 3,4 | — |