Suicídios por 100 mil habitantes: 6,6 em 2025 (preliminar).
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Os suicídios por 100 mil habitantes, com a população do CONAPO.
Foi de 4,4 em 2010 a 6,8 em 2024 (valor publicado pelo INEGI para a população de 10 anos ou mais; aqui, para comparar com o resto da série, a população é a de todas as idades) — ainda um terço da taxa de homicídios, a relação inversa da americana, onde o suicídio mata mais que o homicídio.
A taxa usa a população do CONAPO, com uma ressalva do próprio INEGI: de 2020 em diante o INEGI troca o denominador para uma estimativa própria (o Marco de Muestreo de Viviendas), que fica sistematicamente um pouco abaixo do CONAPO. Recalculada com o CONAPO a taxa fica de 1% a 2% abaixo da publicada nesses anos — a diferença está no denominador, não nas mortes.
O número vem da certidão de óbito, como o Atlas da Violência no Brasil e o CDC nos Estados Unidos: é o INEGI, pelas Estadísticas de Defunciones Registradas (EDR), que classifica cada morte pela CIE-10 a partir do que o médico escreve na certidão. Lemos pela "consulta interactiva" que os comunicados de imprensa do INEGI citam — o mesmo cubo, batido aqui contra o total, a soma por sexo e a soma por idade de cada ano.
| Período | Taxa de suicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 6,6 | −3,1% |
| 2024 | 6,8 | −1,1% |
| 2023 | 6,9 | +9,1% |
| 2022 | 6,3 | −3,0% |
| 2021 | 6,5 | +6,2% |
| 2020 | 6,2 | +8,4% |
| 2019 | 5,7 | +5,1% |
| 2018 | 5,4 | +2,8% |
| 2017 | 5,3 | +2,0% |
| 2016 | 5,2 | −1,8% |
| 2015 | 5,3 | +0,3% |
| 2014 | 5,2 | +6,0% |
| 2013 | 4,9 | +5,1% |
| 2012 | 4,7 | −4,3% |
| 2011 | 4,9 | +12,4% |
| 2010 | 4,4 | — |